quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Para quem quer se jogar no mundo do makeup


A Avon, marca líder em vendas de cosméticos no mundo, promove o Concurso Conexão Beauty Art. Com o objetivo de revelar os novos talentos e trend-setters do segmento beauty no Brasil, o concurso teve sua data de inscrições prorrogada até o próximo dia 1º de novembro. Você pode enviar vários trabalhos, disputando em uma ou mais das seis categorias: Social (maquiagem para o dia-a-dia e ocasiões sociais); Passarela (desfiles); Editorial (mídia impressa e web); Artes Cênicas (teatro, dança, circo, ópera e carnaval); Audiovisual (cinema, documentários e clipes); e Publicidade (anúncios e catálogos – impresso e web). O mais legal é que o concurso é todo realizado em uma plataforma online, como explica Kátia Gianone, diretora de comunicação da marca no Brasil: “Os ganhadores serão revelados após a seleção de uma curadoria e, na última etapa (que terá até 10 finalistas em cada categoria), pelo voto popular dos internautas”. Detalhe importantíssimo: para participar, os interessados precisam criar seus perfis na comunidade virtual Conexão Beauty Art, acessada exclusivamente através do Portal da Maquiagem, e postem lá os seus trabalhos. A Avon fará o anúncio dos vencedores em um workshop de capacitação, no primeiro trimestre de 2010. Entre os prêmios, a oportunidade de executar um editorial de makeup para o site e ter um blog exclusivo dentro do portal, conhecer os Laboratórios Avon, nos Estados Unidos, e visitar o backstage da Semana de Moda de Paris. Acesse www.portaldamaquiagem.com.br e faça parte desta rede social incrível.

Mas o que é Beauty Art?

“É a manifestação da arte contemporânea pela maquiagem. E, assim como outros movimentos artísticos modernos que surgem espontaneamente pelas cidades, a maquiagem celebra e destaca a individualidade dentro de um novo contexto de expressão cultural. Beauty Art é enxergar o mundo pelos olhos do maquiador. É observar o comportamento das pessoas, dentro das novas vertentes da arte, e expressar seu ponto de vista. Afinal, pintar sobre a tela mais exigente do mundo tornando a vida mais bonita é um dom que precisa ser celebrado - e, principalmente, compartilhado”, revela o beauty artist Henrique Mello

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Um revolucionário na fotografia de moda



Suas fotos traziam uma assinatura que se tornou clássica graças à elegância e ao minimalismo. E, no mundo da moda, poucos eram reverenciados por um trabalho considerado irrepreensível. O americano Irving Penn sempre foi considerado um nome mítico da fotografia, cuja obra influenciou várias gerações. Aos 92 anos, ele morreu ontem, em Nova York, de causa não divulgada.
Penn, que sempre explorou a arte da fotografia e seus desafios, gostava de isolar seus modelos, tirando-os de seu ambiente natural para registrar as imagens em estúdio, utilizando um fundo artificial. Era ali, ele acreditava, que se poderia capturar a verdadeira alma do sujeito, fosse um modelo de moda, fosse um membro de uma tribo aborígene.
Seu segredo estava em enfrentar desafios, como contestar o tradicional conceito de beleza ao buscar detalhes em objetos nem sempre considerados, como restos de cigarros, frutas podres ou roupa velha. "Fotografar um bolo pode ser arte", disse, em 1953, quando abriu um estúdio no qual produzia fotos para galerias até há poucos anos. Penn iniciou sua carreira na década de 1940 como fotógrafo de moda para a revista Vogue. Lá, desenvolveu seu austero estilo de colocar as modelos e os acessórios de moda diante de um fundo simples. A idéia era revolucionária em uma época em que muitos fotógrafos só trabalhavam em complicados cenários, recheados de objetos.
A técnica para conseguir imagens expressivas, explicava, consistia em fotografar o modelo incansavelmente, muitas vezes durante horas, até que ele fosse forçado a baixar a guarda.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Explosão de calmaria na Pinacoteca


Artista cerebral e meticuloso, Henri Matisse seguia a risca a rotina. Acordava cedo e passava a manhã toda no ateliê. Para ele, uma boa obra de arte era aquela capaz de transmitir equilíbrio e serenidade às pessoas. Serviria como uma espécie de refúgio à mente dos observadores. A princípio o apego às regras e a busca por um estado de calma não combinam muito com as cores nervosas e as cenas repletas de detalhes associadas imediatamente ao pintor francês. Mas insistir em olhar o seu trabalho dessa forma significa manter-se sobre a superfície da sua arte. Há silêncio por trás das padronagens chamativas de seus quadros. Há, também, muito esforço e menos intuição, ao contrário do que se pode pensar diante de composições tão explosivas. Você pode perceber tudo isso na mostra Matisse Hoje, a primeira exposição individual do artista no país, apresentada na Pinacoteca do Estado de São Paulo.
A mostra reúne cerca de 80 obras, entre elas 12 fotografias de Henri em seu ateliê, tiradas por nomes como Cartier-Bresson e Man Ray, e um filme captado por Francois Campaux entre 1945 e 1946 – em que o artista aparece desenhado, em câmera lenta. O filme, traz ainda, relatos engraçados da então amiga de Henri, que tornou-se freira, anos depois de conhecê-lo. A polêmica gira em torno das especulações, levantadas por jornais da época, que garantiam que Matisse foi apaixonado por ela. Antes ou depois da exposição, faça uma parada, no Café da Pinacoteca. Com mesinhas ao ar livre, dentro do jardim da Luz, você é até capaz de esquecer-se do trânsito caótico dos arredores e entrar no clima bucólico do lugar. O cardápio oferece refeições rápidas com nomes de artistas, como Picasso e Van Gogh.

Serviço:Matisse Hoje. Pinacoteca do Estado de São Paulo (praça da Luz, 2, Luz, São Paulo, SP, tel. 0++/11/3324-1000). De 5/9 a 1º/11. De 3ª a dom., das 10h às 18h. R$ 6. Grátis aos sábados.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Trajes para vestir corpo e espírito




A FAAP apresenta até o dia 01 de novembro a exposição Chrstian Lacroix - Trajes de Cena. Sob curadoria de Delphine Pinasa e direção artística do próprio Lacroix, a mostra traz trajes concebidos pelo estilista para as mais diversas representações artísticas: ópera, teatro, balé, concertos e espetáculos de dança.
As roupas apresentadas na exposição, nos remete, imediatamente, a um universo exuberante, historicista e aristócrático. Nada muito diferente do que ele costuma apresentar em suas coleções nas passarelas. Adepto incorrigível da exuberância,Christian foi o reponsável, nos anos 80, por tirar as mulheres da simplicidae e minimalismo que dominava a cena da época. Os seus modelos em cores vivas, estampados, vibrantes, cheios de bordados elaborados, misturas de tecidos e silhuetas volumosas trouxeram um novo fôlego e, de certa forma, otimismo à indústria da moda.
Lacroix conta que a sua inspiração para os trajes de cena surgiu quando ele ainda era uma criança, durante uma visita ao sótão da casa de seus avós. Là ele encontrou um volume antigo de La Mode Illustrée, de 1860, que reunia numerosas ilustrações da moda da época em riqueza de detalhes. Desde então, a moda adentra sua vida atrelada ao espetáculo, a uma aparição, a um ritual, que trás consigo a suspensão do tempo e a valorização de tudo o que não é cotidiano.
Ainda criança adquire o hábito de, após cada apresentação de teatro ou ópera assistida por ele, redesenhar os figurinos à sua própria maneira. Mas a moda e o espetáculo entram em sua vida de forma decisiva por volta de 1971 na confluência do encontro com Francoise Rosenthiel - que o encoraja a seguir a carreira em moda e, mais tarde, torna-se sua esposa - e na figura de Jean-Jacques Picart, assessor de imprensa de várias maisons que levou Lacroix a trabalhar na Maison Hermès. A partir desta experiêancia, Lacroix foi diretor criativo da Maison Patou até abrir, em 1986, a Maison Christian Lacroix. Parte da sua trajetória você confere na mostra apresentada pela FAAP.

Sobre Christian Lacroix:
Um dos estilistas mais influentes da moda na segunda metade da década de 80. Estudou História de Arte e pretendia ser curador num museu, mas acabou por ser admitido como estilista na casa de costura Jean Patou. O sucesso do seu trabalho na Patou fez com que um grupo financeiro se interessasse em fundar uma casa de costura e uma marca com o seu nome em 1987. Inovador e arrojado, o estilista francês ganhou fama internacional ao reinventar a alta-costura, levando para as passarelas do mundo vestidos que exibem o requinte de tecidos volumosos e a exuberância do preto e do vermelho. Inspirado no luxo e na ousadia da cultura espanhola, ele traz em suas criações vestidos esvoaçantes, cores fortes, pedrarias e muita sofisticação. Recentemente produziu duas fragâncias para a Avon.


Fundação Armando Alvares Penteado - Museu de Arte Brasileira
Christian Lacroix - Trajes de Cena
Até 01 de novembro
terças às sextas, das 10h às 20h
sábados, domingos e feriados, das 10h às 17h
Visitas Educativas Gratuitas - agendadas pelo tel: (11) 3662-7200
Grátis

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Beleza para enfrentar o mundo


Já que os meus amigos decidiram (só para variar)continuar apáticos aos problemas políticos do Brasil, e para que eu não seja, ainda mais pichada de idealista e blablablablabla,(já que resolvi promover um panelaço - bem aos moldes dos hermanos, só que sem adeptos, pelas ruas de SP), vou continuar fingindo (como eles) que o país inteiro é uma bela tarde de compras na O.F. Ainda bem que temos o Mercadante(até quando?). Enfim, voltemos ao pan et circense....


O Instituto Moreira Sales de São Paulo reúne 70 fotos icônicas de Stupakoff na mostra Otto Stupakoff - Fotografias.


O instituto comprou 16 mil fotografias do acervo deste que foi pioneiro não só no registro de moda - trabalhando depois para a Vogue, Harper´s Bazar e Elle -, como um dos principais nomes do fotojornalismo brasileiro dos anos de 1950 e 1960. Por essa época, antenado com o movimento de mudança do Brasil, que trocava a pele de país arcaico pela modernidade, Stupakoff acompanhou o nascimento de Brasília, a convite de JK, e flagrou na praia um dos criadores da bossa nova - é deles uma das melhores fotos de Tom Jobim (na mostra), tirada em 1957.
A exposição, com fotos de moda, mulheres e retratos de celebridades, vem acompanhada do livro Sequências (IMS, 216 páginas, R$ 62,00)que traz depoimentos de Otto sobre viagens e seu trabalho, marcado tanto pela influência de Avedon como pela pintura de Balthus, que adorava.
Esteta irrecuperável, ele receita o convívio diário com a beleza para enfrentar o horror do mundo, contribuindo como podia para o tornar suportável.
Homem sensual que era e um autêntico devoto dionísico da beleza, Otto Stupakoff tinha como especialidade eternizar temas aparentemente tão díspares como moda, retratos de esquimós indianos, tailandesas e cenas de rua. Otto possuia um olhar que exaure todas as possibilidades do encontro. Um olhar dirigido ao outro - erótico por captar a exuberância da vida no momento de plenitude de seus modelos e tematológico quando desce à periferia do mundo
Serviço:
Otto Stupakoff - Fotografias
IMS - Rua Piauí, 844
Até 22/11/09, das 13h às 19h (sáb. até 18h), fecha na 2a

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Blush-se!


Eu adoro usar blush. Tanto que o coloco na categoria de coisas essencias para a vida ou no quesito ferramentas para se viver melhor, ao lado do rímel e do gloss. Mas confesso que, às vezes, dou uma exagerada, e o efeito mais pareçe o de uma maquiagem de palhaço, do que o de uma mulher perfeitamente corada e saudável. Percebo isso quando encontro com os meus vizinhos no elevador,logo nas primeiras horas do dia, e eles me olham com aquela cara de ondeelapensaquevaidessejeito?? Ou quando me preparo para sair com o namorido e, achando que estou abafando, ele vem tirando o excesso do meu blush. Ai, quero morrer nessas horas.... Bem, para evitar maiores constrangimentos e antes que o namo peça as contas, resolvi consultar uma amiga hype para me ajudar com esse problema. A Penélope Beolchi é beauty artist, da agência Lu Molinos & Associados e já faz make para várias editorias de moda e beleza. Como julguei o assunto de alta relevância, resolvi postar aqui as dicas que ela me deu e assim ajudar outras pessoas que, assim como eu, adora realçar as maçãs do rosto.
10 dicas para não errar no blush:

1- O uso do blush se torna obrigatório quando aplicamos base ou pó facial, fazendo a cobertura da pele, quando ela tem mais imperfeições. As pessoas mais coradas e que usam apenas o corretivo facia, podem dispensá-lo.

2- Para saber qual é a cor ideal do blush, Penélope sugere que a mulher dê suaves beliscadas na bochecha (quando estiver sem maquiagem) e preste atenção ao tom que aparece naturalmente, pois ele é o mais indicado. As mulheres de pele claras costumam ter uma cor rosada; as pálidas, lilás; as negras, pink escuro ou vinho; as de pele marfim, pêssego e as oliváceas, marrom.

3- A melhor forma de aplicação do blush é com um pincel próprio para blush. Penélope sugere os chanfrados, que são cortados na diagonal.

4- Mas, atenção: o formato do rosto (quadrado, redondo, oval ou triangular) influencia na maneira como o blush deve ser usado. “Os rostos largos como o oval, quadrado e redondo, pedem o blush mais longo, aplicado próximo à orelha em direção à boca. O rosto redondo ainda pede um pouco de blush nas têmporas. Já para o rosto fino, o melhor é aplicar o blush na horizontal”,

5- Antes de aplicar o blush, dê uma batidinha no pincel para que o excedente do pó caia, antes de chegar ao rosto. A cor do blush suaviza à medida que se pincela o produto de cima para baixo, nunca de baixo para cima.

6- A maquiagem costuma ser uma mistura entre sólido e líquido. Na parte sólida, estão os pigmentos, que dão cor ou brilho, e os espessantes, que tem a função de dar consistência ao produto. “O blush líquido contém o pigmento em uma solução bem líquida e dá um efeito de cor com transparência. Dou preferência ao blush cremoso, pois o líquido tem menor durabilidade e deve ser aplicado com cuidado para não deixar manchas”, explica Penélope.

7- A diferença entre como usar o blush de dia ou à noite, é que à noite devemos optar por carregar um pouco mais, já que a iluminação é menos intensa.

8- Para quem quer aparentar mais jovem, a maquiadora sugere o blush que puxe para o tom avermelhado, alaranjado ou bronzeado, que dê uma aparência saudável.

9- Está sem blush na bolsa e precisa retocar? Um truque que Penélope Beolchi considera infalível é que sempre devemos carregar na bolsa um batom corado, que pode ser usando tanto como batom como blush. “Aplicando uma ou duas faixas do batom de cima para baixo, como se faz com o blush, espalhando delicadamente com o dedo”, ensina.
10- Faça uma maquiagem para realçar e não mascarar. Na dúvida prefira corrigir 20% das imperfeições, em vez de ficar com um visual artificial. E não se esqueça: “Uma mulher na moda pode estar bonita, mas uma mulher bonita nunca sai de moda”, declara Penélope.
Sobre Penélope Beolchi
A beauty artist Penélope Beolchi é uma profissional antenada e curiosa, com mais de 19 anos de trabalho no universo da beleza e moda, sempre investindo em pesquisas de tendências e na atualização profissional. Além dos trabalhos realizados para campanhas publicitárias, Penélope tem produzido editoriais de moda, beleza e comportamento para revistas como Gloss, Boa Forma, Manequim, Corpo a Corpo, Época, TPM, Men´s Health e Vogue Jóias. Na edição do SPFW (junho/2008), ela participou das equipes que cuidaram dos looks nos desfiles das grifes Forum (make) e Ellus (hair). Penélope ainda mantém um blog, onde coloca posts sobre seu trabalho, eventos e tendências: www.penelopebeolchi.blogspot.com

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Flower Power e linho são apostas dos fashionistas para a próxima estação


Uma espécie de símbolo retrô vira tendência novamente: o estilo Flower Power – com um pé nos anos 60 e outro nos 70, os românticos hippies, que tornaram o guarda-roupa masculino mais colorido-, estão de volta e é a mais nova aposta dos editores e produtores de moda masculina para a próxima estação. A regra é simples: a mistura do velho e básico jeans lavado, camisa de algodão com estampas florais e sandálias de couro. Para ganhar modernidade no visual, troque a boca-de-sino por um corte reto com barra dobrada para cima. As peças em 100% linho é outra opção, também bastante cotada, para se tornar protagonista das estações mais quentes do ano, segundo os fashionistas. Antialérgicas, bactericidas e duráveis, o linho seca rápido e fica ainda mais charmoso quando usado levemente amassado.